Campo Grande, Terça-Feira , 22 de Agosto - 2017


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Silval Martins e Blairo Maggi na época em que eram, respectivamente, vice e governador do vizinho Mato Grosso

Postado por Marco Eusébio , 12 Agosto 2017 às 09:00 - em: Principal

A delação do ex-governador de Mato Grosso já começa a abalar a política regional três dias depois de homologada pelo ministro Luiz Fux do Supremo focando quem tem foro privilegiado federal. Silval Pereira (PMDB) acusou o ministro Blairo Maggi (Agricultura), de quem foi vice quando este era governador do MT, de participar de esquema de corrupção no estado vizinho. Silval revelou que ele e Blairo teriam pago R$ 6 milhões, metade cada um, ao ex-secretário de Fazenda estadual, Éder Moraes, para que este mudasse depoimento em que havia revelado ao MP que os dois ex-governadores sabiam do esquema de compra de vagas no Tribunal de Contas estadual (TCE-MT), o que gerou o arquivamento do caso em 2016 pelo ministro Dias Tóffoli, do STF. Em nota, Blairo negou as acusações. (Com TV Globo)




Faixa entre bandeiras do MST na fazenda dos Maggi ocupada em Mato Grosso diz

Postado por Marco Eusébio , 25 Julho 2017 às 17:45 - em: Principal

Centenas de famílias lideradas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam na madrugada de hoje fazendas do Grupo Amaggi, da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, no vizinho Mato Grosso; a fazenda Esmeralda, do empresário João Baptista Lima Filho, amigo do presidente Michel Temer, em Duartina (SP); e fazenda Santa Rosa, do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em Piraí (RJ). Conforme o site do MST, a ocupação das terras faz parte da jornada nacional de luta pela reforma agrária com o lema "Corruptos, devolvam nossas terras!". As ocupações também têm caráter político, pedindo o afastamento de Michel Temer da Presidência e eleições diretas já. Na fazenda dos Maggi em MT uma faixa ao lado de bandeiras do MST diz "Fora Temer, Maia, Maggi, Taques".




Paulinho da Força, Aécio, Alckmin e Aloysio Nunes; e Blairo: 'protestantes' na lista
Pelo menos treze políticos da lista de propinas da Odebrecht que viraram alvo de inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, andaram discursando contra a corrupção nos últimos dois anos durante protestos de rua que serviram como pano de fundo para a defesa do impeachment da então presidente Dilma, que, como Lula, é acusada pelos ex-diretores da empreiteira de ter conhecimento das milionárias doações para suas campanhas e a de aliados, lembra o UOL. Os treze da história de "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço" lembrados pelo site, são: 
 
Senador Romero Jucá (RR), presidente nacional do PMDB.
Senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB.
Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP)
Senador José Serra (PSDB-SP)
Senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), atual ministro do Itamaraty
Senador Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Senador Blairo Maggi (PP-MT), atual ministro da Agropecuária
Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PE)
Deputado federal Paulinho da Força (SD-SP)
Deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)
Deputado federal Jutahy Júnior (PSDB-BA)
Deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara
Deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE), atual ministro das Cidades