Campo Grande, Sexta-Feira , 19 de Janeiro - 2018


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Em nota do PCdoB, Mario Fonseca rechaça 'posição isolada de filiado', e diz que 'defender Lula e defender a democracia'

Postado por Marco Eusébio , 05 Janeiro 2018 às 11:30 - em: Principal

Com a repercussão do áudio do comunista de Campo Grande convocando "luta armada" e propondo "estourar a cabeça de coxinha, de juiz, mandar esses golpistas para o inferno" caso o TRF4 confirme a condenação de Lula no caso triplex neste mês, aqui divulgado ontem, o Partido Comunista do Brasil de Mato Grosso do Sul (PCdoB-MS) divulgou hoje nota pública em que rechaça "a defesa do uso da violência" contra membros do Judiciário "feita por seu filiado Urias Fonseca Rocha, gravada e divulgada em áudio que teve grande repercussão nas redes sociais em todo o Brasil". "Trata-se de uma opinião isolada do referido filiado que em nada representa a posição dos comunistas", diz a nota assinada pelo presidente da sigla, Mario Fonseca.

No comunicado, o partido repudia "tentativas capciosas de vincular a fala solitária de um filiado, da qual discordamos totalmente, ao conjunto do PCdoB", e reafirma que no dia 24 "militantes do PCdoB de todo o país estarão na frente do Tribunal" em Porto Alegre "junto com outros milhares de manifestantes protestando pacificamente contra um julgamento de exceção politicamente enviesado" que visaria "tirar Lula da disputa presidencial". A nota conclui dizendo que "Defender os direitos de Lula é defender a democracia". Clique abaixo e leia a íntegra postada pelo PCdoB-MS no Facebook.




Militante do PCdoB, Urias disse em entrevista a jornal que não é a favor de 'luta armada' e que virou alvo de ameças

Postado por Marco Eusébio , 04 Janeiro 2018 às 13:15 - em: Principal

Um áudio divulgado em grupo de WhatsApp em que um filiado do PCdoB de Campo Grande convoca militantes à "guerra armada" caso o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirme a condenação de Lula no caso triplex, gravado no fim do ano que se findou, se espalhou país afora pelo aplicativo de mendagens. Agora, o autor diz ser alvo de ameaças. 0 assunto é tema da manchete de capa de hoje do jornal O Estado MS.

"Nós estamos em guerra, estamos em combate. Nós temos que ir a Porto Alegre, cercar o TRF4, se precisar derrubar o prédio tem que derrubar, se precisa lutar tem que lutar, se precisar pegar cada um daqueles juiz (sic) depois da condenação, tem que pegar", diz, no áudio, o corretor de imóveis Urias Rocha. "Se o Lula for condenado temos que lutar até as últimas consequências, ir pra rua, ir pro pau. Talvez quem sabe até guerrilha, e começar a estourar a cabeça de coxinha, de juiz, mandar esses golpistas para o inferno (...)", acrescenta, em outro trecho.

Ao jornal, Urias disse que suas declarações foram "para um público fechado", afirmou que não é "a favor de luta armada", avaliou que foi mal interpretado e revelou que está recebendo ameaças. "Por todo o Brasil essa declaração minha foi veiculada. Atualmente a Abin também está na minha cola", afirmou o corretor.

O presidente estadual do PCdoB, Mário Fonseca, disse ao jornal e reforçou hoje aqui ao Blog que as declarações do filiado tratam-se de posição "isolada" e não refletem o posicionamento do partido. "Muito pelo contrário, nos somos pelo aprofundamento da via democrática", disse. "Não concordamos com ações isoladas de violência, com incitação, não é a posição do PCdoB", ressaltou Mário Fonseca.

Ouça o
aqui o áudio divulgado pelo O Estado MS.




Em áudio no WhatsApp juiz fala que 'mala foi grande' na soltura de Garotinho por ordem de Gilmar Mendes

Postado por Marco Eusébio , 24 Dezembro 2017 às 12:30 - em: Principal

A Polícia Federal e Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vão apurar o caso do áudio em que o ministro do Supremo Gilmar Mendes é acusado de receber dinheiro para mandar soltar o ex-governador do Rio Anthony Garotinho. A voz do áudio que começou a circular WhatsApp neste fim de semana é atribuída ao juiz Glaucenir de Oliveira, de Campos dos Goytacazes (RJ), responsável pelo processo no qual Garotinho é acusado de corrupção e compra de votos.

"A mala foi grande", diz a voz aos integrantes do grupo de WhatsApp, afirmando que juiz substituto se declarou impedido de atuar no caso para não "virar palhaço de circo do Gilmar Mendes" a quem acusa de não ter "vergonha na cara", "chefiar a crise no Judiciário" e fazer papel de "dono do poder", enquanto os outros ministros do Supremo "ficam omissos". Ao site Consultor Jurídico, o juiz Glaucenir disse que não fez qualquer acusação, apenas comentário num grupo fechado de juízes. Ouça aqui o aúdio divulgado pelo site Conjur.




Áudio sobre suposto pacto da TV Globo para atacar Temer e beneficiar Lula é falso, diz Lauro Jardim

Postado por Marco Eusébio , 18 Agosto 2017 às 13:30 - em: Principal

O áudio que começou a circular nos últimos dias no WhatsApp e rolou em grupos do aplicativo em Campo Grande em que um suposto profissional do jornalismo da Globo, que não se identifica, afirma que a emissora passaria a atacar Michel Temer, a Lava Jato e a defender Lula, com quem teria feito um acordo, "é falso", diz o jornalista Lauro Jardim em blog no O Globo.
 
"O áudio é uma fraude grosseira, mas viralizou. Numa outra versão, o áudio é antecedido por um texto que diz que o dono da voz é Luiz Nascimento, diretor do Fantástico, que teria pedido demissão na sexta-feira, o que é falso também", afirma Jardim.
 
A Globo foi procurada e, conforme o jornalista, "diz que máquinas de propaganda se utilizam cada vez mais de fake news com propósitos escusos. Mas que pesquisas mostram que a emissora tem uma vantagem: como é líder absoluta, e todos veem seus noticiários, o público não acredita nos boatos, porque eles não são compatíveis com o que vai ao ar de fato."



No enterro de mais um PM, Roberto Sá faz desabafo e pede mudança no Código Penal que só promove impunidade

Postado por Marco Eusébio , 14 Agosto 2017 às 15:30 - em: Principal

A história é antiga em todas as cidades brasileiras: a polícia prende, a Justiça solta porque a lei assim determina. Desarmado pelas regras nessa batalha desigual e ser cobrado pela imprensa sobre resultados, o secretário estadual de Segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, fez um desabafo neste fim de semana. 
 
Citando números das ações dos policiais, que trabalham com poucos recursos, Sá voltou a cobrar da imprensa e da sociedade para que pressionem os políticos cobrando mudanças na legislação penal brasileira, aquela que mais protege bandidos, sejam menores ou com 18 anos acima, promovendo impunidade e estimulando a criminalidade. 
 
"Nós precisamos exigir reforma na política criminal. Eu vejo reforma tributária, reforma política, reforma econômica, cadê a reforma criminal? Essa legislação te atende como cidadão? Você acha que três anos [de pena] inicialmente, para quem porta um fuzil para sair em seis meses, é razoável? Vocês acham que quem tira uma vida de uma pessoa pode progredir de uma pena de 15 [anos] e sair com cinco, seis anos? Não é razoável. O mundo não trata o crime assim. Sociedade que depende só da polícia para evitar isso é uma sociedade que vai sangrar." 
 
Ouça abaixo a íntegra do desabafo do secretário.