Campo Grande, Quarta-Feira , 22 de Novembro - 2017


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Posts com a tag: advogado

Sindoley Luiz Souza está convocando donos de veículos para engrossar comboio que deve congestionar BR 463

Postado por Marco Eusébio , 17 Novembro 2017 às 15:45 - em: Principal

Em Dourados, para protestar contra o preço da gasolina que chega a R$ 4,29 reais por litro, o advogado Sindoley Luiz Souza, de 34 anos, lançou uma campanha nas redes sociais e via WhatsApp convidando amigos e demais interessados em percorrer 125 km pela BR 463 até Pedro Juan Caballero no dia 3 de dezembro e abastecer os veículos na cidade paraguaia, onde o litro do combustível brasileiro, sem os impostos daqui sai por cerca de R$ 2,50. Sindoley diz que o grupo de WhatsApp tem hoje 217 participantes e quer chegar a mil veículos, num imenso comboio que deve congestionar a rodovia. "No dia 25 faremos um ato no Centro de Dourados, a partir das 9h, para atrair mais participantes", informa.
 
Indagado se não teme que o grupo seja acusado pela PRF de descaminho por comprar na fronteira produto brasileiro exclusivo para exportação, o advogado respondeu ao Blog: "Faremos declaração na Receita e todos trarão nota". Embora tenha sido candidato a uma cadeira de vereador e obtido 506 votos nas últimas eleições municipais pelo PSDB, Sindoley respondeu que não pretende ser candidato em 2018 e que o ato não tem caráter político. "Não farei politicagem. A ideia não é essa. O que não dá mais é ficar parado e calado e sofrer o preço da omissão", afirmou. Quem quiser aderir, pode adicionar o Sindoley no WhatsApp pelo número (67) 9681-1155.



Em nota, advogado se retrata dizendo que não sabia que vídeos de Funaro foram divulgados no site da Câmara

Postado por Marco Eusébio , 15 Outubro 2017 às 16:30 - em: Principal

Um dia depois de classificar como "criminoso vazamento" a divulgação dos vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro – que não foram vazados, pois estão publicados desde o dia 29 de setembro no site oficial da Câmara (veja aqui) – o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa Michel Temer, enviou nota à imprensa neste domingo dizendo que desconhecia que a Câmara havia divulgado os vídeos, conforme informou ontem a TV Globo, e frisando que jamais pretendeu imputar ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), "a prática de ilegalidade, muito menos crime". Carnelós, entretanto, reitera "que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República". "Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer".
 
Leia a íntegra da nota enviada hoje ao Blog:
 
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Tendo em vista as especulações surgidas após a divulgação de minha nota ontem, esclareço que:
 
1. No dia 25 de setembro deste ano, requeremos ao Ministro Fachin acesso aos autos do inquérito 4327, bem  como a todos os anexos que o compõem, inclusive delação de Lúcio Funaro e os termos de declarações que a integram. S. Ex.ª deferiu nosso pedido, mas limitou o acesso à delação à parte dela que dissesse respeito ao Presidente da República.
 
2. Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.
 
3. Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.
 
4. Reitero que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República. Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer.
 
Eduardo Pizarro Carnelós"



Vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro não foram vazados: estão divulgados no site da Câmara dos Deputados

Postado por Marco Eusébio , 15 Outubro 2017 às 16:15 - em: Principal

Um dia depois de classificar como "criminoso vazamento" a divulgação dos vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro – que não foram vazados, pois estão publicados desde o dia 29 de setembro no site oficial da Câmara (veja aqui) – o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa Michel Temer, enviou nota à imprensa neste domingo dizendo que desconhecia que a Câmara havia divulgado os vídeos, conforme informou ontem a TV Globo, e frisando que jamais pretendeu imputar ao presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), "a prática de ilegalidade, muito menos crime". Carnelós, entretanto, reitera "que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República". "Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer".
 
Leia a íntegra da nota enviada hoje ao Blog:
 
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
 
Tendo em vista as especulações surgidas após a divulgação de minha nota ontem, esclareço que:
 
1. No dia 25 de setembro deste ano, requeremos ao Ministro Fachin acesso aos autos do inquérito 4327, bem  como a todos os anexos que o compõem, inclusive delação de Lúcio Funaro e os termos de declarações que a integram. S. Ex.ª deferiu nosso pedido, mas limitou o acesso à delação à parte dela que dissesse respeito ao Presidente da República.
 
2. Quando divulguei nota ontem, referindo-me a vazamento que qualifiquei como criminoso, eu desconhecia que os vídeos com os depoimentos de Funaro estavam disponíveis na página da Câmara dos Deputados. Aliás, considerando os termos da decisão do Ministro Fachin, eu não poderia supor que os vídeos tivessem sido tornados públicos. Somente fiquei sabendo disso por meio de matéria televisiva levada ao ar ontem.
 
3. Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal.
 
4. Reitero que a divulgação daqueles vídeos pela imprensa causa prejuízos ao Presidente da República. Não se pode admitir o uso da palavra do confesso criminoso para influenciar os membros da Câmara, que votarão na CCJC o muito bem fundamentado parecer do deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição à solicitação de autorização para processar o presidente Temer.
 
Eduardo Pizarro Carnelós"



Mover ato na Justiça sem advogado significa risco de 'inevitáveis prejuízos' diz o presidente da Ordem, Mansour Karmouche

Postado por Marco Eusébio , 17 Agosto 2017 às 12:00 - em: Principal

Com a possibilidade de o cidadão poder recorrer à Justiça sem necessidade de advogado para ajuizar ação em Juizados Especiais quando o valor da causa não exceder 20 salários mínimos, recém anunciada pelo Judiciário de MS, a OAB-MS divulgou nota hoje alertando que recorrer ao serviço por conta própria, sem conhecimento técnico jurídico e da legislação, pode acarretar prejuízos. O presidente estadual da Ordem, Mansour Karmouche, diz que a "presença de advogado em qualquer ato jurídico é uma segurança para o cidadão" e alerta que mover algum ato na Justiça sem advogado gera risco de "inevitáveis prejuízos". A nota cita pesquisa da OAB de Goiás apontando que consumidor, sem advogado constituído, tem indenizações menores em suas demandas. "Em Goiânia, a diferença foi exorbitante, de R$ 316,80 para R$ 8.840,71. Ou seja, condenações 27 vezes maiores em ações com advogados". Leia aqui a íntegra.




Desembargador acusado por advogado de receber propina aparece nú em vídeo contando que apanhou da ex

Postado por Marco Eusébio , 05 Agosto 2017 às 14:00 - em: Principal

Do Ancelmo Gois: "Um dos vídeos que mais circulou nas redes, esta semana, foi, como se sabe, o de um advogado, Felisberto Odilon Córdova, acusando o desembargador Eduardo Gallo, de Santa Catarina, de pedir propina (veja aqui). Pois bem. Esse mesmo magistrado é autor de um vídeo em que, nu, ele mostra partes roxas no corpo e diz que havia apanhado da ex-companheira. Veja abaixo."




Do púlpito, advogado Felisberto Odilon Córdova chama desembargador de 'vagabundo' e o acusa de pedir propina

Postado por Marco Eusébio , 03 Agosto 2017 às 21:00 - em: Principal

O advogado Felisberto Odilon Córdova acusou o desembargador Eduardo Gallo, relator do processo, de pedir R$ 700 mil de propina para julgar favoravelmente ao seu cliente, durante sustentação oral na 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) hoje. 
 
A causa envolve uma disputa de R$ 35 milhões (agravo de instrumento interposto em execução de honorários). Do púlpito, Córdova disse que o julgamento estava sendo "comprado", chamou o relator de "vagabundo" exigiu apuração do Ministério Púbico. 
 
Dizendo nunca ter sido chamado de "vagabundo" em 25 anos de magistratura, Gallo exigiu que o presidente do colegiado, desembargador Raulino Brunning, desse ordem de prisão ao advogado. Para acalmar os ânimos, Brunning pediu vista dos autos, suspendeu o julgamento e decidiu oficiar o Ministério Publico e a OAB-SC para que apurem o caso. Veja abaixo o vídeo que circula nas redes sociais.