Campo Grande, Quinta-Feira , 21 de Setembro - 2017


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Mover ato na Justiça sem advogado significa risco de 'inevitáveis prejuízos' diz o presidente da Ordem, Mansour Karmouche

Postado por Marco Eusébio , 17 Agosto 2017 às 12:00 - em: Principal

Com a possibilidade de o cidadão poder recorrer à Justiça sem necessidade de advogado para ajuizar ação em Juizados Especiais quando o valor da causa não exceder 20 salários mínimos, recém anunciada pelo Judiciário de MS, a OAB-MS divulgou nota hoje alertando que recorrer ao serviço por conta própria, sem conhecimento técnico jurídico e da legislação, pode acarretar prejuízos. O presidente estadual da Ordem, Mansour Karmouche, diz que a "presença de advogado em qualquer ato jurídico é uma segurança para o cidadão" e alerta que mover algum ato na Justiça sem advogado gera risco de "inevitáveis prejuízos". A nota cita pesquisa da OAB de Goiás apontando que consumidor, sem advogado constituído, tem indenizações menores em suas demandas. "Em Goiânia, a diferença foi exorbitante, de R$ 316,80 para R$ 8.840,71. Ou seja, condenações 27 vezes maiores em ações com advogados". Leia aqui a íntegra.




Desembargador acusado por advogado de receber propina aparece nú em vídeo contando que apanhou da ex

Postado por Marco Eusébio , 05 Agosto 2017 às 14:00 - em: Principal

Do Ancelmo Gois: "Um dos vídeos que mais circulou nas redes, esta semana, foi, como se sabe, o de um advogado, Felisberto Odilon Córdova, acusando o desembargador Eduardo Gallo, de Santa Catarina, de pedir propina (veja aqui). Pois bem. Esse mesmo magistrado é autor de um vídeo em que, nu, ele mostra partes roxas no corpo e diz que havia apanhado da ex-companheira. Veja abaixo."




Do púlpito, advogado Felisberto Odilon Córdova chama desembargador de 'vagabundo' e o acusa de pedir propina

Postado por Marco Eusébio , 03 Agosto 2017 às 21:00 - em: Principal

O advogado Felisberto Odilon Córdova acusou o desembargador Eduardo Gallo, relator do processo, de pedir R$ 700 mil de propina para julgar favoravelmente ao seu cliente, durante sustentação oral na 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) hoje. 
 
A causa envolve uma disputa de R$ 35 milhões (agravo de instrumento interposto em execução de honorários). Do púlpito, Córdova disse que o julgamento estava sendo "comprado", chamou o relator de "vagabundo" exigiu apuração do Ministério Púbico. 
 
Dizendo nunca ter sido chamado de "vagabundo" em 25 anos de magistratura, Gallo exigiu que o presidente do colegiado, desembargador Raulino Brunning, desse ordem de prisão ao advogado. Para acalmar os ânimos, Brunning pediu vista dos autos, suspendeu o julgamento e decidiu oficiar o Ministério Publico e a OAB-SC para que apurem o caso. Veja abaixo o vídeo que circula nas redes sociais.